Mas quando tentei fazê-lo, vi que não podia.
Não são paixões arrebatadoras, mas é amor, de diversas formas.
Isso é bom e assusta ao mesmo tempo.
(Assusta porque eu penso nas merdas que podem acontecer.
"e se ......... tivesse feito aquilo?"
"e se tal coisa tivesse acontecido com ..............?"
E algumas dessas hipóteses assustam para caralho.)
Me entorpece as ações e me deixa com a mente mais afiada, mais clara.
E eis o por que eu evito ficar tão próxima das pessoas.
Mas sempre tem um filho da puta que gosta de pisar em cima das linhas, atravessá-las com olhar de vitória e invadir meus limites.
Não sei se bato nessas pessoas ou se as abraço até as costelas quebrarem.
***
Esse blog estava me cansando. Como eu pretendia manter o endereço e outros detalhes, só excluí as postagens. Essa aqui ficou porque eu gosto dela. E porque eu queria ter alguma coisa aqui.
E é isso.
E é isso.

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